A CNIPE denuncia a falta de material exigido para a realização das provas de aferição do 2º ciclo, concretamente Expressões Físico-Motora e Artísticas do 2.º ano.

Noticia in Jornal de Noticias on-line, de 29 de março, aqui

 

O IAVE publicou um quadro/calendário com todas as Provas de Aferição, Provas Finais e Exames a realizar no decurso do corrente ano letivo.

Toda a informação, aqui

 

Todas as informações sobre as Provas e Exames para 2016/2017 podem ser consultadas aqui.

 

O guião das provas de aferição físico-motoras e expressões artísticas, entre outras informações, podem ser consultadas aqui.

 

No artigo "Dezenas de secundárias só ensinam um curso", do Jornal de Noticias de 20 de março de 2017, ficamos a saber que existem 61 escolas secundárias que apenas lecionam uma área de estudos. Alguns alunos são "obrigados" a sair de casa, permaturamente, se pretenderem proseguir os seus estudos na área que vai de encontro à sua vocação.

A CNIPE pretende que os alunos tenham acesso às mesmas oportunidades de aprendizagem, independentemente da zona do país onde residem.

Acesso ao artigo completo, aqui.

Informamos todos os pais que a CNIPE fez parte do grupo de trabalho que contribuiu para este objetivo, a gratuitidade dos manuais escolares; outros não o fizeram nem assinaram este acordo! Esta Confederação de Pais não tem qualquer compromisso nem vínculo com Editoras; estas, devem cumprir a lei vigente e garantir o manual escolar para TODOS!

Gratuitidade de manuais escolares
Diário da República, 1.ª série — N.º 45 — 3 de março de 2017

1 — No início do ano letivo de 2017/2018 é garantido a todos os alunos do 1.º ciclo do ensino básico da rede pública o acesso gratuito a manuais escolares.
2 — Os manuais escolares são disponibilizados aos alunos pelos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, mediante comprovativo de receção e compromisso de devolução assinado pelos respetivos encarregados de educação
3 — Para efeitos do disposto no número anterior, os encarregados de educação responsabilizam -se pelo eventual extravio ou deterioração do manual recebido, ressalvado
o desgaste proveniente do seu uso normal, prudente e adequado, face ao tipo de uso e disciplina para que foram concebidos, estado em que foi recebido pelo aluno, idade
do aluno e outras circunstâncias subjetivas e objetivas que tornem inexigível esta mesma responsabilidade.
4 — Cada aluno tem direito a um único exemplar dos manuais adotados, por disciplina e por ano letivo, sempre que possível a partir da reutilização de manuais escolares
recolhidos no ano anterior na mesma escola ou em qualquer outra escola ou agrupamento que o tenha adotado.
5 — Os manuais escolares gratuitos destinam -se a ser utilizados de forma plena pelos alunos, sem prejuízo da implementação de estratégias que tenham em conta o princípio
da reutilização por outros alunos no ano seguinte.
6 — Em cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada é constituída uma bolsa de manuais escolares, composta pelos manuais utilizados pelos alunos no ano
letivo anterior que se encontrem em estado de conservação adequado à sua reutilização, bem como por aqueles que sejam doados ou adquiridos pela escola ou agrupamentos
de escolas para suprir necessidades do ano seguinte.
7 — O membro do Governo responsável pela área da educação define os procedimentos e condições de disponibilização gratuita, uso, devolução e reutilização dos
manuais escolares.
8 — O membro do Governo responsável pela área da educação define ainda, nos termos da legislação aplicável, as condições de adoção e certificação de manuais escolares
que potenciem a reutilização de manuais em todos os graus de ensino.

O Orçamento Participativo, lançado pelo ME e regulamentado pelo Despacho 436-A/2017, refere claramente que o preconiza é uma participação cívica e democrática na escola por parte dos alunos.
Iniciativa a todos os títulos louvável e que certamente todos apoiamos, pois queremos garantir no futuro cidadãos participativos e envolvidos nas suas comunidades.
Mas esta iniciativa por si só reconhece que as direções da maior parte das escolas secundárias tem falhado redondamente nesta matéria.
É da responsabilidade destas direções, do conselho pedagógico e até do conselho geral prosseguir este objetivo! É no interesse superior da criança e da comunidade que estes valores como "Liberdade, responsabilidade e participação cívica" estejam interissicamente ligados a toda a actividade escolar.
Este orçamento participativo vem de forma transparente demonstrar que o ME detetou esta falha estruturante no nosso sistema educativo.
Por último, mas igualmente importante, a forma como o ministro da educação participou e dinamizou ontem (14/02/2017) esta iniciativa é um sinal claro de como pretende que as escolas, na pessoa do seu diretor devem começar a agir, junto dos alunos.

E na escola do teu filho(a)? Já recebeste alguma informação? O teu filho(a) está informado? Vai participar? E de que forma?
A família é parte essencial na educação e formação.
Não devemos alienar as nossas obrigações como pais a favor da escola ou qualquer outra entidade.

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