Os alunos afetados pela falta de professores vão ter aulas de compensação. Esta é a forma encontrada pelo Ministério da Educação para atenuar os prejuízos dos estudantes que estão sem aulas há um mês, devido aos erros do ministério na bolsa de contratação.

Artigo completo in TSF de 10/10/2014

As crianças que não têm professores já perderam mais de três semanas de aulas, o que, na perspectiva dos pais e dos directores escolares, os coloca em desvantagem em relação aos colegas. Os primeiros exigem respostas e os dirigentes escolares meios.

Artigo completo in Público de 07/10/2014

Os Pais e Encarregados de Educação sentem-se indignados com mais uma decisão do Ministério da Educação e Ciência.

Acabam de ser revogadas colocações de professores que já estão nas escolas e está revogação vai exigir que muitos dos nossos filhos no decorrer da próxima semana, encontrem novos professores em sala de aula, os quais já nesta fase possuem um diagnóstico dos nossos f...ilhos para poderem criar as bases pedagógicas para o sucesso dos nossos filhos.

Os Pais sabem que esta decisão é tardia e podia ser evitada. Temos a noção que todo o processo de colocação de professores foi errado, tardio e problemático.

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A visão da escola defendida pela actual equipa do Ministério da Educação (ME) não promove o improvável entusiasmo dos estudantes. Ao privilegiar os testes e os exames, o ME contribui para matar a natural curiosidade dos jovens em aprender, ao mesmo tempo que liquida o gosto para inspirar o futuro dos alunos, ainda existente em muitos professores. A educação será cada vez menos estimulante se apenas se centrar em adquirir “estratégias” para ter sucesso nos exames. 

A CNIPE defende que os meses de aulas que vão entre janeiro e meados de junho devem ser divididos ao meio e aí deve ser feita uma pausa.

Artigo completo in Público de 30/06/2014

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